segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Entrevista com Rafael Casado - baterista que deu workshop no Memorial Night e Freddie for a day - Confiram!!!

Fonte: Grupo Queen Eternamente


Amigos, tive o prazer de ser entrevistado pelo meu amigo Helio Lima - cantor, compositor, companheiro musical e administrador do grupo de fãs "Queen Eternamente"(grupo onde contém entrevistas, brincadeiras e tudo mais sobre o Queen).
Espero que gostem 
A Night In Interview - Rafael Casado
Baterista, jornalista, fã de Queen, amigo, companheiro musical. Rafael Casado tocou comigo em 2012 no memorável Queens Day. Também estará comigo em um futuro trabalho solo onde eu volto a contar com seu talento. Já tocou em algumas bandas e tributos ao Queen e recentemente, montou um workshop para apresentar as técnicas de Roger Taylor. É sobre esses assuntos, além de suas preferências, que batemos um papo com exclusividade para os amigos do Queen Eternamente.
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- Conte-nos como surgiu a idéia de montar o workshop sobre Taylor.
A ideia de fazer um workshop sobre Roger Taylor surgiu por uma série de motivos:
1º Adoro Roger Taylor;
2º Após ter trabalhado com algumas bandas tributos / cover do Queen, vi que a pegada e estilo do Roger Taylor têm algo de especial, pois comecei a me dedicar a tocar exatamente como ele. Já havia notado que eram poucos os bateristas dos “Queen Covers” que tocavam igual ao Roger. Comecei a pesquisar na internet em vídeos no Youtube, alguns bateristas chegam a fazer algo que não tem nada a ver com o Queen. Porém, notei que os bateristas de bandas covers do Led Zeppelin, Rush, entre outras, se dedicam ao máximo para tocar fielmente. Alguns possuem canais no youtube somente para explicar as técnicas de bateristas como Neil Peart e John Bonham;
3º Muitos fãs de Queen admiram o Roger Taylor. Após eu ter feito meu primeiro Workshop sobre o Queen no Freddie For a Day Brazil 2014, três pessoas vieram me procurar parar ter aulas de bateria. Uma delas já toca bateria e pediu que eu lhe ensinasse determinadas músicas. Como não posso me deslocar para ensinar cada uma dessas pessoas, estou planejando em fazer um canal no Youtube, para tocar as músicas do Queen e explica-las no decorrer do vídeo. Dessa forma, vou poder mostrar a complexidade de muitas músicas, a técnica, estilo e pegada do Roger Taylor.
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-Você gosta do baterista do Extravaganza?
Apesar dele não tocar como o Roger Taylor, eu gosto do Tyler Warren. Toca muito bem e respeita as obras do Queen. Sabe, não que eu ache que o baterista tem que fazer 100% idêntico, mas seria interessante destacar aquelas partes que é característica do Roger.
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-O próprio Roger andou criticando duramente bandas covers do Queen, produzindo então o Extravaganza. E vc, gosta de alguma banda em especial? Como vê o cenário de bandas covers e tributos?
Sou extremamente crítico quando o assunto é “Queen Cover”. Acho que por isso estou sem banda hoje rsrsrs. Assisti projetos começarem bem e cair de qualidade depois. Outros que foram crescendo e ganhando espaço. Sinceramente acho que está faltando mesmo é humildade entre alguns músicos e bandas. Não estou apontando nem pra um nem pra outro (não generalizando, e já adianto que sou amigo de praticamente todos os músicos das bandas cover de Queen no Brasil), mas é triste estar num show e ver um fã comentando que tal músico se acha ou que tal músico desceu do palco e não deu atenção. Já vi comentários do tipo “nunca mais quero ver essa banda”. Sabe, não é isso que o Queen pregava. Conheci Brian May e Roger Taylor em 2008 e eles deram um show de humildade ao irem na calçada do hotel falar comigo e outros fãs que ali estavam. Meu conselho é: Antes de tocar igual, se vestir igual, ou cantar parecido, ou quem tem o show melhor entre as bandas covers, se tem ou não uma “Red Special” na banda, o que interessa mesmo é a HUMILDADE.
Sobre uma banda que tem um nível de qualidade elevado, posso dizer com propriedade, pois já tive oportunidade de trabalhar um pouco com esses caras: Queen Tribute Brazil . Sim, o baterista deles é o grandeReinaldo Kramer, mas já tive a honra de fazer uma apresentação com essa banda. Eles fizeram eu me sentir em casa, como se a banda fosse minha, fiz um ensaio para um show e tudo correu bem. Não somente musicalmente, mas já no estúdio, as brincadeiras, humildade, simplicidade e profissionalismo de cada músico me fizeram ter um dos momentos mais legais desses 15 anos que toco bateria. Sem contar a energia ao vivo, curti muito. Sucesso pra eles e todas as bandas “Queen Cover”.
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- E a nossa querida Rock It Band? Comente sobre essa fase.
Devo tudo e mais um pouco ao projeto “Rock It Band”.
Meu primeiro projeto sobre o Queen, pena que foi tão breve. Eu havia terminado a faculdade de jornalismo há pouco tempo e o Marcelo Facundo Severo (guitarrista e autor do Livro: “Queen Magic Works”) me ajudou muito em meu TCC sobre o Queen, então nos tornamos amigos rapidamente. Ele comentou algumas vezes sobre trabalharmos juntos em alguma banda (era um sonho para mim). Lembro-me que no final de setembro de 2012, já se falava muito no Queen’s Queen's Day e eu queria ir. Numa bela tarde ensolarada, o Facundo me ligou perguntando se eu não topava tocar no Queen’s Day com ele e uma galera. Obviamente eu topei e a partir daquele momento eu não dormia e não me alimentava direito, pois estava muito ansioso. Foram uns quatro ou cinco ensaios para o show, ensaios maravilhosos, descontraídos, tocando músicas “side B”, preparando algo especialmente para o Queen’s Day, foi um dos momentos mais deliciosos da minha vida, com certeza. Por causa desse projeto eu entrei para o mundo “Queen”, por causa desse projeto fiz amizades que vou levar para a vida inteira. Lembro-me do Helio lima ter sugerido o nome “Rock It Band”, e eu criei o logo encima da arte do álbum Jazz, por saber que ele não gostava muito do disco, ou seja, apesar do profissionalismo, nós brincamos e nos divertimos, sempre com muito respeito. Ainda hoje assisto aos vídeos e me arrepio, foi muito bom. Obrigado “Rock It Band”.
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- Voltando ao Queen, diga - nos o que diabos aconteceu com Taylor no Jazz e nas baterias eletrônicas da Turnê do Works?
Sobre o “Queen Jazz”.
Particularmente, sem colocar meu gosto pessoal - já que o “Jazz” não é meu abum predileto - ainda acho que Roger fez um bom trabalho, vou explicar:
Por exemplo: Uma das levadas que eu mais gosto do Roger Taylor e com certeza é uma das batidas mais legais que ele fez no Queen é da música Brighton Rock, do Álbum “Sheer Heart Attack” (1974). Quando entra na parte dos solos de guitarra, a batida da bateria fica ainda mais interessante a partir de 2m12s. Anteriormente, Roger usou essa mesma batida na introdução da música “Blag”, ainda da banda Smile (pré-queen). Certo, no álbum Jazz, Roger volta a usar essa condução em “Let me entertain you” em 0m56s, um pouco mais lenta, mas é a mesma ideia, a mesma inspiração. Posso dizer seguramente, que essa versão de estúdio de “Let me entertain you” é uma das músicas mais complexas do Queen para se tocar na bateria. Todas as viradas são belíssimas e destacam muito bem a bateria, as mudanças repentinas do chimbal para o prato de condução são muito bem executadas e exigem atenção do baterista que quer tocar essa música.
Em quase todas as músicas Roger executa viradas que chamam atenção. Ouça “Leaving Home Ain't Easy”, viradas simples mas perfeitas.... “Dead On Time” tem uma levada forte e difícil, simplesmente genial.
A bateria do álbum Jazz tem um som maravilhoso, um dos que eu mais gosto de todos os discos do Queen. (Destaque para o som da caixa).
Nesse álbum, Roger usou uma bateria Gretsh, marca bastante usada por bateristas de Jazz (Charlie Watts dos Rollings Stones usada essa marca de bateria dese os anos 60’s até hoje). Em todos os outros álbuns, Roger usou baterias da marca Ludwig. (Marca que foi usada por grandes bateristas como Ringo Starr, John Boham, Alex Van Halen, entre muitos e muitos outros). Só para explicar melhor, Roger usou Ludwig até por volta do ano de 2005. Depois disso, passou para a marca DW.
Sobre as baterias eletrônicas usadas na tour do “The works”. Acho deprimente. Não sei onde o Roger arrumou aquelas baterias, mas não combinavam com nada. Não entendo por que ele decidiu tocar “another one bites the dust” com bateria eletrônica nessa tour, ficou muito ruim, se tratando de qualidade sonora. Alias, em algumas viradas ele acrescenta bateria eletrônica, quando eu ouço parece que alguém estava cravando uma faca no meu peito. Não sou muito fã da turnê do “The Works” por causa da bateria e pelo excesso de teclados. Justifico isso pelo sucesso de outras bandas que estavam usando bateria eletrônica e teclados naquela época, como o Whitesnake e Van Halen. Acho que o Queen quis arriscar um pouco nesse meio. Ainda bem que não continuou na “Magic Tour”.
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- No documentário "Days Of Our Lives" Mercury reconhece um problema de bits nas canções do Hot Space. Simplificando, seria algo com os andamentos. Você compartilha com essa tese?
De momento, não me lembro da entrevista, vou checar. Porém, estou lendo e assistindo tudo que posso para poder fazer um bom trabalho nos próximos dois workshops que estão agendados. Algumas informações que colhi me decepcionam. Pois em alguns trechos de algumas músicas, Roger nem toca, tudo não passa de sintetizador e bateria eletrônica programada. Porém algumas canções foram gravadas com bateria acústica, como Under Pressure. Basta comparar com “Dancer” por exemplo, e ouvir a vergonha que é aquela bateria.
Porém, se o álbum todo fosse gravado com bateria acústica, não teria o resultado que Mercury desejava. Agora, basta ouvir “Staying Power” ao vivo na turnê do Hot Space Tour e avaliar. Bom, eu mesmo digo: ficou muito melhor ao vivo com bateria acústica.
Geralmente, bateristas não gostam de baterias eletrônicas. Pois quando usa um equipamento tão tecnológico assim, você não tira o som, você não precisa ter pegada e nem estilo, pois um programa já está fazendo isso por você.
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- E a carreira solo do Roger? Você gosta?
Sinceramente, prefiro ele como baterista do Queen.
Mas gosto dos álbuns “Fun In Space” e Strange Frontier, ao meu ver ele canta muito e faz alguns truques bacanas na guitarra também, nada que me prenda a atenção totalmente. Algumas coisas me decepcionam pela presença de bateria eletrônica e teclados “desnecessários”.
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- Como chegou ao Queen Eternamente e qual sua torcida para a copa dos álbuns campeões?
Lembra que eu disse que devo muito ao projeto “Rock It Band”? Pois bem, após esse projeto o Helio Lima me apresentou ao Queen Eternamente.
Minha torcida é para o “A Night At The Opera”, venho estudando o processo de criação do Queen, para usar algumas coisas no meu workshop e esse álbum continua me inspirando e me surpreendendo.
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- É o seu álbum favorito? E o que menos gosta?
A Night At The Opera é meu favorito ao lado do Sheer Heart attack. Esse último ganhei do meu pai quando tinha 12 anos de idade, eu simplesmente ouvia o dia inteiro.
Não gosto muito do Flash Gordon. Gosto da música The Hero, mas o álbum com todos aqueles áudios do filme, não me agrada.
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- Gostou do Rainbow?
Mas é claro que gostei. Ficou com uma qualidade excelente. É interessante ver o Queen nessa fase. Se colocar Rainbow VS Wembley, primeiro vc vê uma banda que está crescendo, fazendo um show num lugar icônico, com um repertório sem um mega sucesso. Porém era um Queen que fazia questão de executar detalhes. O coral que eles fazem no Rainbow é muito bom, alinhado claro, ao instrumental impecável. Já no Wembley, eles esbanjaram hits, mas os detalhes foram esquecidos nas execuções ao vivo com o passar dos anos.
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- Deixe uma mensagem aos amigos do Queen Eternamente, e nos passe a agenda de workshops.
Eu realmente admiro o “Queen Eternamente”, vejo o trabalho e seriedade dos administradores, o carinho como que tudo é tratado. A oportunidade dada para que os amigos fãs do Queen tenham um espaço para debater sobre a banda é algo muito positivo. Acho que isso ajuda muito a manter a chama do Queen acesa no Brasil. As ideias que vocês tem, seja para fazer uma selfie com um lançamento,ou para votar num álbum, isso faz com que sejamos mais íntimos, amigos, companheiros. Já vi vídeos e fotos de filhos de fãs curtindo Queen aqui no grupo. Bem dizer, somos a “Familia Queen Eternamente”.


*** Introdução de Rafael Casado

Confira a fanpage:

https://www.facebook.com/RafaelCasadoDrummer?fref=ts

Brian May & Adam Lambert Backstage Classic Rock Awards 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

William Orbit fala do remix de Freddie e Michael Jackson

Willian Orbit - produtor musical
19/11/14 (aqueenofmagic.com) 
O famoso produtor musical William Orbit foi contratado pelo Queen para trabalhar no dueto especial inédito entre Freddie Mercury e Michael Jackson, chamado "There Must Be More To Life Than This'. Esta canção foi preparada e arranjada para estar no mais novo álbum de compilações da banda, o "Queen Forever". Este álbum recém lançado procurou destacar e trazer aquelas canções da banda  menos conhecidas  do público em geral.  A Digital Spy e Willian Orbit se reuniram para explicar os problemas que enfrentaram no trabalho de preparação da canção, se Adam Lambert foi considerado para ser incluído no projeto e se ele iria trabalhar num futuro álbum póstumo de Michael Jackson.  
Dado o imenso legado musical do Queen deve ter sido muito difícil trabalhar em um projeto do tamanho do Queen Forever ... Humm ... sim, foi! Eu sei que Roger tem dez longos anos de amizade, tivemos uma pequena conversa sobre isso, nada sério ou oficial. Assim, quando se materializou, eu podia sentir a mesma paixão que os fãs. Eu experimentei isso. Fui rodeado por muitas estrelas pop, tenho visto as pessoas vindo, mas eu nunca estive com alguém que levanta tais paixões como Roger Taylor. Inclusive em velhos, divertidos e distantes lugares."Eu estava muito consciente do sentimento coletivo que as pessoas têm com o Queen, então é claro que eu estava um pouco assustado. Você começa a se concentrar em seu trabalho, e percebe que ele é tecnicamente muito difícil. Mesmo politicamente é difícil no sentido de que você tem dois músicos que morreram no auge, jovens. Michael Jackson é um mistério, eu só o conheço como um cliente, mas todos nós sabemos que há uma magia especial em tudo que tem a ver com isso. " 
Você já leu as reações ao seu trabalho através da internet? Você já havia feito algum dueto entre Freddie e Michael? --Eu nunca fiz até hoje. Com Madonna, as pessoas dizem todos os tipos de coisas e ela simplesmente me diz: ignore, William. Seja o que for que eles dizem, não deixe chegar até você. "Então eu peguei o seu conselho..... Então trabalho com Britney Spears e ai surgem todos os tipos de rumores, e pensei, 'Oh, bem, deixe pra lá. "."Mas desta vez, eu fiz, fui tolo para o jogo. Eu me levantei, bebi uma xícara de café e li um tweet que era realmente um insulto. Não me importo de ser insultado, mas não suporto pessoas que insultam o que eu adoro incluindo o Queen. Então eu comecei a twittar e fiz um pouco do que eles chamam trollear- tudo isto é novo para mim.  Me escapou das mãos e fui rapidamente advertido por meus amigos ... Se quer twitar, tudo bem, mas não deste jeito. Então eu parei. Eu percebi que a divisão de opiniões foi sobre o meu trabalho e foi um pouco inquietante. A coisa é, ele não é tão ruim se você apoiar o que você faz. Eu ouvi a canção 11.000 vezes e 110.999 vezes só tinha as minhas reservas. Mas realmente defendo."  
 Quais foram os maiores problemas que você teve de enfrentar neste dueto dando sua forma final? "Foi tudo muito rudimentar. Freddie era basicamente "golpeando"o piano - os estúdios  naquela época não tinha separação - estava o toque do martelar do piano e em seguida, algumas belas harmonias sobrepostas. Deve ter custado um monte de mau tempo. Michael Jackson, eu acho, entrou e fez uma tomada (um pedaço). E você pode ouvir Freddie no multi-track gritando, "A ponte é aqui, '' O refrão é " ... e todas essas coisas. Claramente, a participação de Jackson foi curta, portanto, tecnicamente um desafio em áudio. 
"Em seguida, houve a dinâmica entre os dois artistas. Eles estavam cantando linha por linha ou eles estavam cantando verso após verso? Foi uma combinação de ambos, por sinal - tivemos muitas discussões entre Brian, Roger e eu - e escolhemos o que foi certo: quanto à forma de apresentar os artistas discutimos. Nós não temos muitas opções de como as pessoas podem pensar. 'Por que você não colocar este pedaço aqui?' Eu odeio dizer, mas simplesmente não tenho. Tudo foi gravado de uma forma descartável a mais de 30 anos. Era um quebra-cabeça. Felizmente, o Queen tem seus próprios engenheiros e me ajudaram muito. A qualidade de sua gente era incrivelmente surpreendente.
    "O som do piano de Freddie Mercury era o DNA da música. Eu adicionei um monte, mas sempre em estrita conformidade com a melodia e harmonias que estavam lá desde o início. Brian May nunca tocou esta música, não aconteceu porque suas vidas eram muito ocupadas naquele momento - então tivemos que fazer. É quando tornou-se real pela primeira vez. Estava Brian dedilhando a guitarra e eu e em pé ao lado dele tocando a 'air guitar'. Anteriormente alguns dos meus materiais - por exemplo o de Madonna - você olha para trás e pensa, 'Isso foi incrível. Eu gostaria de ter conhecido na ocasião. "Mas desta vez, eu estou aqui pensando, isso é incrível agora, neste exato momento." "Eu passei por esse processo ... Eu acho que todo mundo passa. É um processo que acontece com muitos de nós neste negócio; Você encontra-se sobrecarregado e eu transbordando naquele momento. Eu tive que fazer alterações na gestão, mudar isso, mudar aquilo, novos equipamentos, excesso de trabalho e estava um pouco chato e cismado com toda a indústria do pop. "Deixa pra lá, com tudo" era a minha atitude. Eu desapareci no deserto por alguns meses, para a frustração do Queen. O que me trouxe de volta foi a) isso é uma coisa incrivelmente boa de estar fazendo, e b) eles são meus amigos. Eu não posso ser uma causa perdida. Foi difícil e eles foram muito, muito pacientes comigo. "
   A música durante este período (final de 60-70) foi epicamente fácil, enquanto esse som parece difícil de se encontrar nos dias de hoje ... "É assim que eu sinto e quando tentam, soa artificial. Eu realmente pensei sobre o porquê. Minha teoria pessoal é que os caras que eram os engenheiros da época foram, possivelmente pessoas de 60 anos que ganharam experiência em Big Bands, após a Segunda Guerra Mundial. Eram rapazes que conheciam o kit de bateria John Bonham e o amp Brian May, entre outras coisas. Eles sabiam como obter um bom som em uma sala sem faixas multi-tracks."Eu quero saber! Acho que existe resposta para isso. Porque existe esta fase especial em qualquer gênero musical na década de 70? Os álbuns soam incríveis e o que realmente tortura é que não sabemos hoje como conseguiam isso. Isso realmente nos desespera. Ele nos faz mal, porque queremos que os nossos álbuns soem bem. "
Adam Lambert foi recebido de forma positiva durante os shows ao vivo do Queen. Já houve uma proposta para que ele regravasse um remix de uma das músicas? "Eu amo Adam e eu o conheci antes de tudo isso. Nós nos conhecemos em um show de prêmios e nós íamos fazer alguma coisa, mas depois isso aconteceu. Brian disse tudo em uma reunião. Ele disse: "Nós fomos surpreendidos como este jovem entrou em nossas vidas e estávamos certo. Estamos nas nuvens e agradecemos por permitir que Adam continuar fazendo o que amamos. "Ele é um garoto fantástico e sua atitude é perfeita. Que incluamos Adam nesta idéia? Ouça, toda a essência do meu trabalho é o Queen  então, é claro. Eu adoraria colocar Adam no microfone. "Tivemos uma conversa agradável sobre os vocais e a voz. Coisas sobre as quais eu estou interessado. "Como você coloca a laringe quando você canta essas notas? Onde está a sua pausa falsete antes? 'Todas essas coisas que os cantores gostam de falar e eu gosto de ouvir. Seríamos loucos se fôssemos estudar e colocássemos à prova, certo? Temos que fazer. Como eu disse, estamos todos perfeitamente conscientes do legado de Freddie, então não vamos apressar em nada. "
 Agora que você já trabalhou com a voz de Michael Jackson neste projeto, você contribuiria para uma de suas gravações póstumas no futuro? "Eu gostaria. Existe algo que eu possa trabalhar? Houve dois projetos. Pessoalmente vou limitar-me no comentário sobre os meus pontos de vista completamente diferentes musicalmente. Nenhum comentário está firmemente no meio de qualquer possível resposta que eu poderia dar. Isso significa que eu não vou comentar... Quem quer uma gravação em que as pessoas dizem sem comentários? Há um longo caminho entre nenhum feedback e um brilhante, e eu sinto que posso ser capaz de mudar as coisas um pouco ao norte da visão "sem comentários"."Dê-me as multitracks. Vou começar a trabalhar - Eu realmente adoraria trabalhar com ele, e eu sinto que eu poderia fazer a diferença. Eu nunca me vi como um homem que iria trabalhar com legados e material póstumo, mas seria realmente divertido e eu sou muito bom nisso. Acredito. Eu gosto de se gabar um pouco, mas quando se trata de trabalhar o lado técnico das coisas, tenho muita experiência e conheço um monte de truques que você pode empregar. Então, para responder à sua pergunta - sim, eu adoraria "!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

abertura MEMORIAL NIGHT FOR FREDDIE 2014

video Band Aid 30 anos: Do They Know It's Christmas 2014

Vejam o vídeo 2014  da Band Aid 30 anos - Do They Know It's Christmas? A gravação reúne um supergrupo de músicos britânicos que regravaram este famosos sucesso de 1984 com o intuito de arrecadar fundos para o tratamento das vítimas do Ebola na África.  Roger Taylor participou das gravações. Ele aparece duas vezes neste vídeo. A letra da canção original  foi modificada para refletir os desafios que afetam a África de hoje.
HISTÓRIA: - Em 1984 Músicos britânicos e irlandeses, organizados por Bob Geldof e Midge Ure  gravaram o single "Do They Know it's Christmas?"  com o intuito de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia.  O projeto deu muito certo e fez muito sucesso na época.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Roger confirmado nos 30 anos da Band Aid

(11 nov 2014 brianmay.com) - Band Aid foi um supergrupo surgido da união de músicos britânicos e irlandeses, organizada em 1984 por Bob Geldof e Midge Ure com o intuito de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia. Para isso lançaram o "Do They Know it's Christmas?" na época do Natal. Produzido por Trevor Horn o compacto logo figurou em primeiro lugar dentre os mais vendidos com sucesso mundial. A fundação de caridade montada para arrecadar o dinheiro foi chamada de "Band Aid Trust". Este projeto acabaria resultando no concerto  LIVE AID no ano seguinte, (em que o Queen participou e foi eleta a melhor banda do evento) que se transformaria em um fenômeno mundial, arrecadando dez vezes mais do que o lucro alcançado com o compacto.
 
BAND AID 30 ANOS
Neste ano de 2014 o evento de 1984 faz 30 anos. E para comemorar Bod Geldof o criador da ação de caridade em 1984 teve a ideia de regravar a música chamando velhos e novos músicos para  novamente participarem de um novo projeto de caridade. A idéia é lançar uma nova versão da música e arrecadar fundos para o combate as vítimas do Ebola na África.

Roger Taylor já confirmou a sua participação junto de artistas como: One Direction, Jessie Ware, Fuse ODG, Emeli Sande, Sam Smith, Sinead O'Connor, Ellie Goulding, Elbow, alem de Bono, Chris Martin do Coldplay, Foals, Ed Sheeran e outros. A letra da canção original vai ser modificada para refletir os desafios que afetam a África de hoje, com referências a fome.

Bob Geldof disse: "Sabemos que podemos conter o Ebola, temos os médicos, os enfermeiros, medicamentos e sistemas estaduais, temos dinheiro mas as pessoas estão morrendo de novo, porque eles são extremamente pobres que é radicalmente inaceitável..."

Turnê 2015 cresce: Queen+ Adam tocarão na Polonia!

(fonte: queenonline.com -13/11/2014) - A turnê de Queen e Adam Lambert está crescendo. Nem bem anunciaram 3 novas datas no Reino Unido e já estão adicionando mais um show!! Desta vez a parada será com show em Krakóvia -na Polônia. O show será no dia 21 de fevereiro de 2015. Queen+ Adam já fizeram show na Polonia em 2012 mas na ocasião tocaram na cidade de Wroslaw e em 2015 estarão em Krakóvia.