terça-feira, 28 de julho de 2015

Queen JAZZ album - Deixem eu entreter vocês

QUEEN - ANÁLISE DO ÁLBUM JAZZ DE 1978
FONTE E LINK PARA LEITURA
http://www.planocritico.com/critica-jazz-queen/
texto elaborado por Luiz Santiago e postado em 27 de julho de 2015
 
 

Melhores bandas de rock da história

Você concorda??? O dia 13 de julho é conhecido como o Dia Mundial do Rock, data escolhida em homenagem ao Live Aid, um super evento que aconteceu no dia 13 de julho de 1985. Em comemoração a esta data, selecionamos as melhores bandas de rock da história. Confira a lista: 1. The Beatles Foi uma famosa banda de rock britânica dos anos 60. Formada por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). No início, a banda seguia uma linha do skiffle e do rock and roll da década de 50. Mais tarde, a banda assumiu diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico. 2. Led Zeppelin A banda consistia no guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista e tecladista John Paul Jones e o baterista John Bonham e foi formada em Londres em setembro de 1968. Com o seu som pesado de guitarra, e o som de blues rock de seus dois primeiros álbuns, o Led Zeppelin é frequentemente reconhecido como um dos progenitores do hard rock e heavy metal 3. Pink Floyd É uma banda inglesa de rock progressivo formada em 1965, sendo uma das mais influentes do gênero em todos os tempos. A banda, formada originalmente por Roger Waters, Nick Mason, Richard Wright e Syd Barrett, tinha como estilo um som psicodélico e muito introspectivo. O som do grupo, porém, sofreu algumas mudanças ao longo do tempo, principalmente depois que Barrett saiu da banda, dando lugar ao guitarrista David Gilmour. 4. Queen Banda britânica de hard rock formada em Londres em 1971, originalmente composta pelo vocalista Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, o baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor. Essa formação permaneceu inalterada durante toda a trajetória original do grupo, que acabou com a morte de Mercury em 1991 e a posterior aposentadoria de Deacon, em 1997; porém, ocasionalmente, May e Taylor se reúnem a outros músicos para dar prosseguimento ao grupo. 5. Ramones Foi uma banda estadunidense de punk rock formada em 1974, considerada como precursora do estilo e uma das bandas mais influentes da história do rock. No início dos anos 1970 surgiam várias vertentes do rock nos Estados Unidos e no Reino Unido; o punk rock foi uma delas. 6. Metallica Metallica é uma banda de rock e metal norte-americana formada em 1981 na cidade de Los Angeles. A formação do Metallica conta com James Hetfield, vocalista e guitarrista, Lars Ulrich, na bateria, e Dave Mustaine, guitarrista, que são membros originais do grupo, além de Robert Trujillo, baixista da banda desde 2003. 7. The Doors The Doors foi uma banda de rock psicodélico norte-americana formada em 1965 em Los Angeles, na Califórnia. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues e jazz. 8. The Police Banda inglesa de rock, formada pelo baixista e vocalista Sting, o guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland. A banda, que teve influências do reggae, punk e do jazz, é considerada uma das melhores bandas da década de 1980 e gravou grandes sucessos, como “Roxanne” e “Every Breath You Take”. 9. U2 A banda surgiu em Dublin, na Irlanda, em 1976 e é composta por Bono Vox (voz e guitarra), The Edge (guitarra e piano), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria e percussão). Além do sucesso de suas músicas, o quarteto chama a atenção pelo envolvimento em causas humanitárias. 10. Van Halen Banda de hard rock norte-americana formada em Pasadena, Califórnia em 1974. Foi fundada pelos irmãos Eddie Van Halen e Alex Van Halen, que mais tarde juntou o cantor David Lee Roth e o baixista Michael Anthony. 11. The Rolling Stones Banda de rock inglesa formada em 12 de julho de 1962, uma das bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram considerados a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 1960, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas e que decisivamente influenciaram na música pop e nos costumes. http://www.dm.com.br/revista/2015/07/melhores-bandas-de-rock-da-historia.html

BALLET FOR LIFE

Apsarases: Ballet for Life Nesta edição do Apsarases, a escolha foi para Ballet for Life (Le Presbytère). Esta é uma coreografia de Béjart com música de Mozart e Queen, numa homenagem a Freddie Mercury e Jorge Donn. Freddie Mercury e Jorge Donn morreram ambos vítimas de SIDA com 45 anos. Mercury em 1991 e Donn em 1992. O vocalista dos Queen e o bailarino argentino da Béjart Ballet Lausanne foram motivo de uma coreografia de Béjart. Através do ballet, o coreógrafo junta duas personalidades muito diferentes, que têm em comum as suas atuações carismáticas. Béjart sempre deixou claro que esta era uma homenagem a quem morria jovem e não à SIDA. Por isso, também escolheu algumas músicas de Mozart, que morreu aos 35 anos.
As músicas selecionadas de Queen são: It’s A Beautiful Day, Let Me Live, Time, Brighton Rock, Heaven For Everyone, I Was Born To Love You, A Kind Of Magic, Get Down, Make Love, Seaside Rendezvous, You Take My Breath Away, Radio Ga Ga, A Winter’s Tale, The Millionaire Waltz, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody, I Want To Break Free e The Show Must Go On. De Mozart são utilizadas: Cosi Fan Tutte,Thamos, Piano Concerto No. 21, 2nd mvt, Masonic Funeral Music K477 e Sinfonia Concertante in E Flat Major K364. Nos figurinos, Béjart contou uma vez mais com Versace, que dá primazia ao branco e preto nesta peça. O designer desenhou os figurinos pouco tempo antes de ter sido assassinado na sua residência em Miami. O espetáculo estreou a 17 de janeiro de 1997, no Théâtre National de Chaillot, em que estiveram presentes Elton John e os três membros sobreviventes dos Queen – Brian May, John Deacon e Roger Taylor. No papel principal esteve Gil Roman, que desde 1979 trabalhava com Béjart e é o atual diretor artístico da Béjart Ballet Lausanne. Ao todo estão em palco 37 bailarinos nesta peça de 105 minutos. Desde 1997, já foram realizadas mais de 350 atuações em todo o mundo. Béjart disse sobre Ballet for Life: “Este é um bailado de juventude, esperança e otimismo, porque eu também acredito que apesar de tudo o espetáculo tem de continuar, tal como cantaram os Queen.” https://www.youtube.com/watch?v=W47A_IkYyFI Em grupo, em duetos ou em solos, a companhia de Béjart dança a juventude, seja em que época for. O movimento de Jorge Donn e a música de Freddie Mercury são motivos para uma dedicatória a todos os que partem cedo demais e ao que deixaram para trás, quer seja nos seus relacionamentos ou a nível profissional. Como afirmou Béjart: “Os meus bailados são encontros: com a música, a vida, a morte, o amor…” http://www.espalhafactos.com/2015/07/22/apsarases-ballet-for-life/

Queen, Metallica ou Vilvaldi? Gosto musical diz como cérebro trabalha

Um grupo de investigadores da Universidade de Cambridge decidiu levar a música até à ciência e explica agora como o estilo musical de eleição pode espelhar o tipo de pensamento de cada pessoa. O estilo de pensamento determina a escolha musical. Ou melhor, o gosto musical explica como o cérebro trabalha. Esta é a conclusão de um recente estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista científica PLoS One. Para este estudo e de forma a determinar o estilo de pensamento das pessoas, os investigadores britânicos dividiram a personalidade nos dois grupos da teoria da empatia-sistematização, desenvolvida e eternizada por Baron-Cohen. Conta o CNet que nesta investigação participaram 4.000 voluntários, que definiram a sua personalidade numa aplicação no Facebook e participaram num teste em que tinham que ouvir e avaliar 50 peças musicais compostas por 26 géneros e subgéneros. Depois de analisarem os traços de personalidade e os gostos musicais apresentados, os investigadores notaram que: As pessoas com alta pontuação na empatia mostraram uma maior preferência por sonoridades sensuais e reflexivas, que expressassem emoções negativas ou que tivessem mensagens escondidas nas entrelinhas. Aqui incluem-se os estilos rhythm and blues, música eletrónica suave, country, soft rock ou canções mais calmas dos anos 80. Heavy metal e punk não faziam, de todo, parte dos gostos musicais. Já aquelas que apresentaram maiores níveis na sistematização apresentaram um gosto particular por sonoridades enérgicas, intensas a nível sonoro e com um maior grau de complexidade, fator que fez com que os investigadores incluíssem a música clássica no leque de estilos das pessoas mais sistemáticas. Estes inquiridos mostraram-se amantes de sonoridades mais pesadas, como heavy metal, metal, hard rock e punk. Já sonoridades nacionais, melodias calmas e suaves não pertenciam ao reportório. Para se ter uma melhor noção dos tipos de música que foram colocados nos testes, os investigadores revelaram as canções preferidas de ambos os grupos. Deste modo, os inquiridos que apresentaram um pensamento mais empático deram pontuações mais altas aos temas ‘Hallelujah’ de Jeff Buckley, ‘Come away with me’ de Norah Jones, ‘All of me’ de Billie Holliday e ‘Crazy little thing called love’ dos The Queen. Já os que tinham um pensamento mais sistemáticos preferiram ‘Concerto in C’ de Antonio Vivaldi, ‘Etude Opus 65 No 3’ de Alexander Scriabinm ‘God save the Queen de The Sex Pistols e ‘Enter Sandman’ de Metallica. Para o mentor deste estudo, Jason Rentfrow, a investigação vem provar que a música “é um espelho do eu” e “uma expressão de quem somos emocionalmente, socialmente e cognitivamente”. A Teoria de Baron-Cohen A teoria da empatia-sistematização defende a existência de um pensamento de empatia – ou feminino e capaz de reconhecer sentimentos alheiros e reagir com as emoções adequadas – e um pensamento sistemático – ou masculino, capaz de responder automaticamente às mais variadas situações e de forma metódica. Segundo Baron-Cohen, todas as pessoas possuem estes dois tipos de pensamento, mas um deles é mais predominante. http://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/426763/queen-metallica-ou-vilvaldi-gosto-musical-diz-como-cerebro-trabalha

Queen: As 10 melhores composições de Brian May

Assim como ocorria nos Beatles, o Queen destacou-se por possuir quatro integrantes que contribuíam individualmente para o processo de composição. John Deacon, Roger Taylor, Brian May e Freddie Mercury não limitavam-se apenas às suas respectivas funções. Todos os músicos envolvidos compunham e cantavam, podendo-se concluir que um dos melhores compositores da banda era o guitarrista Brian May. Imagem Apenas Freddie Mercury compôs mais do que Brian May na banda. Ao longo dos anos, o guitarrista concebeu algumas das canções mais emblemáticas e populares do Queen. Sob essa ótica, o "Ultimate Classic Rock", concebeu uma lista com aquelas que o portal considera as melhores composições de Brian May. Confira: 10. HAMMER TO FALL [THE WORKS - 1984] O álbum The Works (1984), contou com quatro singles de sucesso, cada um deles concebidos por um integrante diferente. "Hammer to Fall" é uma composição de Brian May, e destila musicalidade e uma sonoridade calcada no hard rock, com timbres e riffs que se tornaram características primárias da sonoridade da Red Special de Brian May. Mas a canção não fica restrita apenas à uma melodia arrebatadora. A letra também expõe as qualidades de compositor de Brian May. Astrofísico, músico e professor, May fala sobre holocausto nuclear que pairava sobre várias gerações na Guerra Fria. 09. WHO WANTS TO LIVE FOREVER [A KIND OF MAGIC - 1986] O álbum A Kind Of Magic foi a trilha sonora para o filme Highlander, e de todas as composições memoráveis do álbum, nenhuma captura o tema subjacente do filme como a pungente "Who Wants To Live Forever". Esta composição de Brian May é exuberante e apresenta um apoio no campo sinfônico, repleto de overdubs nas vozes dos quatro integrantes da banda, que juntos criavam a plataforma perfeita para que a canção chegasse ao climáx, quando Freddie Mercury eleva a sua voz e a canção ganha contornos de rock n' roll, com Brian May abandonando o teclado por alguns instantes e entoando a sua guitarra com precisão cirúrgica. 08. KEEP YOURSELF ALIVE [QUEEN I - 1973] Proveniente do álbum de estréia da banda, o primeiro single do Queen não fora um sucesso absoluto no Reino Unido, porém, serviu para mostrar o potencial de Brian May como guitarrista e compositor, além de externar a capacidade da banda para trabalhar todos os meios envolvidos em uma gravação de estúdio, desde as orquestrações "multi-tracks" até overdubs e reverbs. "Keep Yourself Alive" foi o primeiro passo de Brian May e companhia para mostrar ao mundo do que eram capazes. A forma clássica com que Brian May entoa a sua guitarra nos riffs iniciais são o ponto alto da canção. 07. GOOD COMPANY [A NIGHT AT THE OPERA - 1975] Com todo respeito à bombástica "The Prophet's Song" e à folclórica canção científica "39", a canção de A Night At The Opera que melhor externa os talentos de compositor de Brian May, é a contagiante "Good Company". A canção foi escrita em homenagem ao pai de May, e traz uma levada folk contagiante e divertida, com arranjos sendo tocados por um ukelele de seu pai que May carregava desde a infância. "Good Company" têm alguns elementos que à remetem ao jazz de grupos como o Dixieland. As guitarras e todos os seus efeitos meticulosos complementam a canção de forma brilhante. 06. BRIGHTON ROCK [SHEER HEART ATTACK - 1974] "Brighton Rock" mostrou que Brian May era, de fato, um dos maiores guitar-hero dos anos 70. Sempre preocupada em esculpir épicas canções, nem sempre o Queen deixava espaço suficiente para Brian May demonstrar todo o seu talento como guitarrista. Esta mágica canção "guitarrística" trazia elementos mágicos e auto-indulgentes, trazia um Brian May mais solto e pronto para mostrar todo o seu talento diante de sua Red Special, extrapolando magistralmente os limites iniciais, e contando com a contribuição espetacular de Roger Taylor no arranjos rítmicos. 05. TIE YOUR MOTHER DOWN [A DAY AT THE RACES - 1976] A letra "humorada" de "Tie Your Mother Down", provava que May podia ser tão pernicioso quanto Freddie Mercury. A canção traz riffs simples, certeiros e diretos, e fora a primeira canção a ser executada por May e sua banda, após a morte de Freddie Mercury. A canção encaixou-se espetacularmente bem em sua voz e tornou-se uma de suas canções mais notáveis. 04. FLASH'S THEME [FLASH GORDON - 1981] Embora seja phD em astrofísica e um geek viciado em ciência, foi na composição desta trilha sonora para o filme "Flash Gordon", que May diz ter se encontrado. Ele foi o capitão à levar o Queen ao planeta Mongo e derrotar o impiedoso imperador Ming com suas armas musicais. 03. FAT BOTTOMED GIRLS [JAZZ - 1978] Aqui vemos outro exemplo que vêm coroar um lado insolente de Brian May como como compositor. "Fat Bottomed Girls" apresenta riffs abrasadores e um refrão espetacular. Embora tenha recebido críticas de mulheres acima do peso, a canção e o seu tom cômico foi um sucesso nas paradas. 02. NOW I'M HERE [SHEER HEART ATTACK - 1974] "Now I´m Here" é uma das composição amadas de Brian May, pois ela contrasta, de forma sublime, passagens calmas, explosivas e dramáticas. Nada mal para uma música que Brian May compôs enquanto estava doente, né? Sim, a canção têm um processo de composição curioso. May a compôs enquanto estava internado em um hospital, recuperando-se de uma hepatite. Desde então, a canção se fez presente em boa parte dos shows da banda, e tornou-se um marco por trazer quase todos os elementos que faziam do Queen uma das melhores bandas do mundo. 01. WE WILL ROCK YOU [NEWS OF THE WORLD - 1977] Porque se contentar com apenas uma faixa para coroar o top 10 de composições de May, quando temos duas versões diferentes de "We Will Rock You". A versão original é ritmada inteiramente em palmas e vozes em uníssono, que transformavam esta canção de arranjo simples, em uma das mais poderosas já feitas. Um verdadeiro hino, aclamado em estádio do mundo inteiro. A segunda versão é um hard rock envolvente, rápido e pesado, já tendo recebido releituras de inúmeros aristas, como André Matos e Guns N' Roses. Aqui vemos um rock n' roll mais tradicional e um excepcional trabalho de guitarra de Brian May. http://whiplash.net/materias/melhores/227422.html

sábado, 11 de julho de 2015

Paul McCartney e Brian May na luta pelas Raposas

Paul McCartney se une a Brian May contra caça às raposas

O beatle Paul MacCartney se uniu ao guitarrista do Queen, Brian May na luta contra o retorno da caça às raposas, que deve ser votada no Reino Unido nos próximos dias. Ativistas e defensores dos direitos dos animais declararam guerra à possibilidade de retomar a caça às raposas com cães, aberta com a promessa de campanha do partido de colocar em votação o fim da proibição em vigor há 10 dez anos. Paul McCartney falou  ao The Gardian sobre uma iminente alteração do Governo britânico que poderá abrir a porta para a caça às raposas na Inglaterra e no País de Gales. Em um comunicado, Paul, que é ativista de longa data dos direitos dos animais  chamou o “esporte” de “cruel e desnecessário” e ameaçou que, passando o projeto de lei, o partido conservador  “perderia o apoio de pessoas comuns e amantes dos animais como eu.”

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O povo da Grã-Bretanha estão por trás deste governo  em muitas coisas, mas a grande maioria de nós será contra eles, se a caça for reintroduzida”, disse McCartney. Em 2004, o governo britânico impôs restrições mais rígidas sobre a caça à raposa, que foi praticada legalmente como esporte por quase cinco séculos até  a legislação aprovada. No entanto, o atual primeiro-ministro David Cameron revelou em março que aguardava revogar a proibição, desde que a caça às raposas fossem feitas de forma “adequadas” e feito “com eficiência”.

Brian May é outro que vem lutando contra a caça a animas ocorrida no Reino Unido, e vem buscando apoio contra uma possível revogação de Lei contra o retorno da prática. Ele também é contrário a caça a texugos, que ainda é praticada por lá.  O guitarrista participa de programas de TV e eventos sociais, onde tece duras críticas ao Governo conservador de David Cameron.
“Não há qualquer justificativa para a caça de raposas em razão do controle de raposas”, disse May, recentemente, em um programa de TV. “Isso é tudo sobre as pessoas lá fora tentando pegar raposas para se divertir. Eles gostam de causar dor e é isso que Cameron está endossando”, atacou.

curiosidades: Em 1977 Freddie poderia ter abandonado o Queen?

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Com o lançamento do LP 'News Of The World' surgiu a pergunta:
Estava Freddie perdendo o enteresse pela Banda?

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(aqueenofmagic.com) Das 11 músicas do disco, Mercury compos só 3, pela 1a vez 1 a menos que Brian May. Roger Taylor e John Deacon que compuseram o equivalente a 2 músicas cada um. Corria rumor de que o tipo de vida das estrelas de rock ocupava cada vez mais o tempo de Freddie.  No passado a banda viveu e respirou uma unidade em estúdio, as vezes discutindo e brigando por cada decisão por pequena que fosse.
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Agora para Freddie ere chegar, gravar sua parte e desaparecer. Por outro lado estavam sem produtor no qual deu um ponto de desequilibrio. Também cresciam os rumores em torno de fricções dentro do grupo.  A pesar de Freddie levavr os títulos, em geral se pensava que os que mais estavam em desacordo eram Roger e Brian. Dava a impressão de que os dois amigos, que se conheciam mais tempo, estavam juntos durante muito tempo. Os fans se perguntavam como seria isso para o futuro da banda.