quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Queen: Hammersmith Odeon sairá em 20 de novembro

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"A Night At The Odeon" - A banda britânica real espera por você ..." Melody Maker, dezembro 1975

 Inclui
15 músicas de seus quatro primeiros álbuns visionários, obras de arte mais exclusivas e com design inovador. 'A Night At The Odeon - Hammersmith 1975 mostra uma banda em plena ascensão e grandes flashes de auto-confiança. 24 de dezembro de 1975- Hammersmith Odeon, Londres. No palco deste local lendário, os quatro membros do Queen  mostram um espectáculo inovador, transmitido ao vivo pela BBC. O show véspera de Natal foi o destaque das 26 datas da turnê chamada 'Queen Invite You To A Night At The Opera Tour', que começou em meados de novembro e testemunhou como a banda tocou no mesmo local quatro noites consecutivas
 1975 um ano de sucessos em suas carreiras com uma tour que já havia estado no Reino Unido, EUA e Japão, demonstrando então a ambição um dos maiores e mais importantes bandas do momento.
 
Quarenta anos mais tarde, este brilhante show vê a luz do mundo oficialmente. Em 20 de novembro, Queen, A Night At The Odeon - Hammersmith 1975 'será lançado em CD, DVD, Blu-Ray SD, vinil duplo, caixa de luxo Super Set e digitalmente através Virgin EMI. Além da gravação ao vivo do lendário concerto, os pacotes incluem extras especiais para os fãs da rainha.Este concerto foi muito especial porque foi a primeira vez que realizamos um show inteiro para a televisão ... o show de Natal", diz Brian May. "A qualidade resultante após grande trabalho de restauração digital é impressionante. E emanávamos energia no palco que é transmitida inteiramente."

Seu último single Bohemian Rhapsody universalmente aclamado como um dos temas pop mais  inovadores jamais lançados - foi sucesso por 9 semanas no topo das paradas britânicas como No 1. Seu 4 álbum 'A Night At The Opera', foi o álbum mais caro da história, até o momento combinado com a grande visão artística do Queen, juntamente com uma impressionante lista de canções que fizeram a banda tomar uma posição de liderança no rock. Apenas três dias depois do concerto, 'A Night At The Opera' alcançou o número um nas paradas de álbuns no Reino Unido.um mês antes. A revista Melody Maker anunciou a turnê com as palavras "a banda mais real na Grã-Bretanha te espera", ecoando a história dos concertos anteriores que lançaram elogios louvor para a formação. "Queen e sua música, seu preparo e produção, sua atuação no palco, em tudo que eles fazem mostra que são mais importantes do que qualquer outra banda do momento", escreveu a revista britânica de rock Sounds. "Em vez de refletir o caminho dos outros, construíram o seu próprio caminho", acrescentou o The Sun.
Até o momento a banda retornou ao Hammersmith Odeon na véspera de Natal, eles estavam no ponto mais alto da carreira. Eles não pouparam despesa, desde o jogo da luzes que conferia um espetacular  elemento para o show, ao luxuoso branco piano de cauda Bechstein que foi especialmente adquiridos para aquela noite. Também os trajes da banda não deixou ninguém indiferente. Para sua estada no palco Freddie Mercury usou 2 trajes de cetim diferentes durante o show, um preto e um branco, projetado por Wendy De Smet. Da mesma forma, Freddie tinha pintado as unhas da mão esquerda de preto enquanto o Brian May usava branco.
 
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Ali os trajes de cada concerto foram cuidadosamente projetados para o evento, e este não foi excepção. sta de tópicos foram cuidadosamente selecionados de seus álbuns Queen, Queen II, Sheer Heart Attack e do bem sucedido ANATO que mostrava todas as facetas da banda, do hard rock de Keep Yourself Alive e Seven Seas Of Rhye, o ao grande barroco de Black Queen, do metal pesado de Ogre Battle e Son and Daughter, até o gênero harmonioso de Bring Back Leroy Brown e a fantástica Killer Queen. Foi também a primeira turnê onde a lendária Bohemian Rhapsody foi tocada para a platéias entusiasmada. Freddie Mercury e Brian May eram o yin e o yang na frente do palco, enquanto Roger Taylor e John Deacon mostravam ter uma das melhores facetas rítmicas do tempo. Eles terminaram o medley de rochk com Elvis, Connie Francis, Gene Vincent e Shirley Bassey, Os 5000 participantes estavam na palma de suas mãos.

Décadas antes da palavra 'multimídia' tornar-se uma moda, o show da véspera de Natal estava à frente de seu tempo. Foi transmitido simultaneamente em estéreo na BBC Radio 1 e no Old Grey Whistle Test da rede de televisão BBC 2 do apresentador Bob Harris, que apresentou o grupo. Mas as câmeras de televisão perderam o sinal o sinal antes da banda retornar para seu segundo bis e terminar o show e Seven Seas Of Rhye y See What A Fool l've been não foram filmadas, mas felizmente os equipamentos de áudio continuaram a gravar, então os formatos CD e LP 'A Night At The Odeon' oferecem todo o show, completo até o fim.Devido à grande cobertura, o show foi fortemente pirateado nos anos seguintes, aparecendo sob títulos como absurdo como Command Performance, Rhapsody In Red, Christmas At The Beeb, Cardiac Arrest e  HalfPence.
Resultado de imagem para queen hammersmith odeon 1975Com o lançamento de "A Night At The Odeon", este concerto lendário finalmente adquiriu o estatuto que merece, com o estilo apropriado, um novo mix de áudio incrível em estéreo e som surround 5.1, e uma restauração completa das imagens.
Além de materiais de áudio e vídeo do concerto, as edições em DVD e Blu-Ray SD contem extras especiais. "Olhando para trás na Odeon ', um novo documentário de 22 minutos, incluindo uma entrevista inédita com Brian May e Roger Taylor realizado por Bob Harris. Podemos ver também três músicas do 'Live At The Budokan - Japão 1975', como Now I'm Here, Killer Queen y In The Lap Of The Gods… Revisited gravadas durante sua bem sucedida turnê do Extremo Oriente.
 
Naquela noite, Bob Harris disse: "Na véspera de Natal 1975 foi um marco importante na história de 'Old Grey Whistle Test' e Queen. A banda estava em clima de festa no Hammersmith Odeon naquela noite e não me extranhava isso. Tinha passado .. a maior parte do mês anterior na posição mais alta das paradas britânicas com Bohemian Rhapsody, cujo vídeo redefiniu a forma de apresentação de música na televisão. Naquela época, eles estavam no auge de sua carreira, com uma grande confiança depois de completar uma excelente assistência do Reino Unido. Para apresentar naquela noite eu me vesti de gala e tirei o chapéu para um dos melhores shows que eu já vi. Foi uma noite incrível e gostaria de dizer mais do que isso, era a hora do Queen se tornar grande estrela. "

O "Super Deluxe Box Set" também inclui uma gravação inédita da passagem de som antes do show, algo que ninguém fora da banda em si sabia que existia até agora.'Queen - A Night At The Odeon - Hammersmith 1975' é lançado em 20 de novembro de 2015, através Virgin EMI. Ele estará disponível em CD / DVD / Blu-ray SD / CD + DVD / CD + SD Blu-ray / 2LP / Super Deluxe Box Set / Digital

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Brian May e Kerry Elis em nova turnê 2016

Brian May, compositor, produtor e lendário guitarrista do Queen e Kerry Ellis, uma dos grandes novas estrelas de Londres de musicais da West End e da Broadway, que lançou os álbuns "Anthems" e "Acústic by candlelathis", anunciou que vai ampliar sua turnê "One Voice", com 11 concertos na Europa Oriental em março 2016.

DATAS
MARCH 2016 City / Venue 
Wed 2ndKRAKOW / ICEPOLAND
Thur 3rdOSTRAVA / GONGCZECH REPUBLIC
Sat 5thZLIN / Congress CentreCZECH REPUBLIC
Sun 6thBRNO / Boby CentreCZECH REPUBLIC
Tue 8thPRAGUE / Congress CentreCZECH REPUBLIC
Wed 9thBRATISLAVA / Incheba HallSLOVAKIA
Fri 11thBUDAPEST / Budapest Congress CentreHUNGARY
Sat 12thBUDAPEST / Budapest Congress CentreHUNGARY
Mon 14thBUCHAREST / Sala PalatuluiROMANIA
Wed 16thSOFIA / National Palace of Culture (NDK)BULGARIA
Thur 17thBELGRADE / Sava CentarSERBIA

Roger entrevistado com os membros Queen Extravagaza

Essa simpática entrevista de Roger com os integrantes do Queen Extravaganza foi feita em 2014 para a divulgação das apresentações da banda na Inglaterra, mas sua divulgação oficial se deu somente em  15 de setembro de 2015.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

No Chile Brian May visita famoso obsevatório astronomico

Estando no Chile com Queen e Adam Lambert, o guitarrista do Queen, Brian May, com um doutorado em astrofísica, viajou á região de Antofagasta no Chile para visitar as instalações do Observatorio astronômico de Paranal.

Brian May não é só guitarrista de Queen, uma das bandas mais importantes da historia da música. Em sua vida  soube combinar o rock com sua outra paixão: o Universo. Aproveitado sua estada no Chile para o último show desta tour em de 30 de setembro, na Pista Atlética do estádio nacional, May viajou até o Observatorio Paranal, na regão de Antofagasta, que é operado pele European Southern Observatory para uma visita.

Brian May se licenciou em Física e Astrofísica, no Imperial College de Londres em 1968. Para seu doutorado em astrofísica estudou o reflexo da luz da poeira interplanetária no Sistema Solar. Começou sua tese a principio dos anos 70, mas acabou parando. Más três décadas depois, em 2007, retomou os estudos em quanto fazia turnês com o Queen. A cerimonia de  graduação foi no Royal Albert Hall em 14 de maio 2008, 37 anos depois !

Adam entrevistado no Chile

Entrevista da dia 30 de setembro no Chile, antes do show do Queen que iria acontecer em Santiago, capital do país: Entrevista: Hernán Rojas | Texto: Jorge Lagás

A Banda Queen modelo séc 21 que chegou a Santiago para se apresentar em show na 4af  30 de setembro na pista atlética do Estádio Nacional, incorporou uma novidade: Adam Lambert. Um cantor do mundo pop, que teve a difícil missão de "calçar os sapatos de Freddie Mercury" e levar adiante os shows que recriam a magia musical do Queen uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. A julgar pelo sucesso da turnê que tem seguindo nos últimos meses, a união de Lambert com Brian May e Roger Taylor se mostrou frutífera. Poucas horas da apresentação do grupo na capital, conversamos com Adam,

Adam, a turnê foi muito bem recebida por onde vocês passaram, como você se sente a química com o resto da banda no palco? Desde o início me senti bem. Quando me encontrei com eles no final da minha participação no 'American Idol' cantei 'We are the champions"e estava esse sentimento instintivo de quando você diz" ok, isso funciona ". Depois de um tempo nos encontremos novamente, começamos com isso e eu sempre  os achei incrivelmente simpáticos, apoiadores, aberta a todos ... e não precisam ter sido, eles poderiam me tratar como lixo. São eles Queen! Eu aceita. Mas eles têm sido muito agradáveis. Tenho sorte.

O que é fundamental no processo de interpretar as canções imortalizadas por Freddie Mercury? Tequila (risos). Não, não .... Sério, eu assisti muitos das s, tentando enuas gravações para tenender como ele fez o que fez e o que ele queria que as pessoas sentissem. Como ele via essas músicas, qual era sua intenção. Ao analisar isso, eu tentei o meu desempenho, o meu jeito. Se há uma canção frenética muito, muito louca, ou, ok, estamos desse lado...

Como você lidou com isso na verdade, isto não é Queen, mas é Queen + Adam Lambert, e o que os fãs podem sentir de diferente entre o Queen clássico e o novo projeto colaborativo do Queen?   Tem sido interessante, porque isto sim, é uma colaboração. No início, eles disseram "oh, Adam Lambert é agora Queen". De certa forma eu sou, mas é realmente uma colaboração. E foi bom que eu entenda, eu não me sinto um membro permanente da banda. Queen é Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon. Isso é Queen, como eu vejo e como veem um monte de fãs. O que fazemos no palco é uma celebração da banda, Brian e Roger tocam suas canções ao vivo e as fazem viver novamente.

Qual é o poder da música do Queen, o que torna a alcançar novos fãs de geração em geração?
Eu não sei o que é, mas certamente funciona. Se você ver a público em qualquer país, você vê  pessoas de todas as idades, é impressionante. Eu pensei que ia ser público mais velho,  mas também tem todos os outros: os jovens, crianças, homens, mulheres, de todas as idades, raças, sexos, fiquei surpreso com essa diversidade. Eu acho que essas músicas têm resistido ao teste do tempo, porque eles são honestos a partir do coração, muito universais, e não necessariamente algo que acontece em um momento, mas sempre sentem todas as emoções. São canções sobre nossa condição humana.

Como você vê a convivência entre o mundo da musica pop e rock?

É bom ter muito o que fazer (risos). Como um amante de música e parte dessa geração, eu sempre ouço as pessoas dizendo "ah, você pop, você balança, você dança" e todas essas coisas. Parece uma forma antiquada de olhar para a música, talvez antes de as pessoas se definiam por ouvir estilos. Mas eu acho que hoje isso já não funciona muito, os jovens agora são muito diferentes na música. Somos a "geração das playlist" porque não é sobre sexo, mas de personalidades e de identificação. Acho que é ótimo tocar com o pessoal do Queen estes rock clássico, que influenciaram até mesmo ao metal, mas você pode dizer que na verdade se tem é um grupo pop. Eles caminharam através de vários gêneros e sabem como ninguém, fazer batidas pegajosas.

Você  fez versões do Led Zeppelin e tocou com Kiss, qual é a sua conexão com essas bandas? Eu amo Led Zeppelin, eu gostei da sua música durante anos, eu acho que é muito sexy. E o Kiss, para ser honesto, não foi ideia minha. Na verdade, eu não sou um fã do Kiss (risos), mas quando os produtores me disseram que iriam trazer para o final do 'American Idol', eu disse "ok, pelo menos, será divertido" e eu estava animado sobre a apresentação. Paul (Stanley) foi muito simpático, ótimo, cara adorável. Gene (Simmons) ... uh ... isso é tudo que eu vou dizer. Gene é Gene.


Finalmente, o que será o show em Santiago, o que se pode esperar?  Eles vão ter uma festa com a gente. Montamos uma festa no palco. Este é o último show desta mini tour e então a energia vai ser bem acima e que  prometemos passar um bom tempo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Van Halen cantando Queen

Curiosidade: Uma gravação bem antiga do Van Halen cantando um super sucesso do Queen. Isso foi em um show em 1975! Faz parte de um VH show, gravação rara e desconhecida. O show é Live at Pasadena High School de 25 de April 1975. Essa curiosidade está noVan Halen Rising: How a Southern California Backyard Party Band Saved Heavy Metal  vídeo que tem a história da banda. http://www.vanhalenstore.com/page/VH/...

domingo, 4 de outubro de 2015

A genialidade de Brian May

29/9/2015 - Por Herick Sales, Fonte: Herick Sales Guitar reproduzido em Whiphash
 
Muitos que não davam lá muita bola para o Queen e o grande Brian May, ficaram encantados com o show do dia 18, no Rock In Rio. Que se exploda se Adam Lambert é um garoto (muito talentoso, sejamos francos), que destoa um pouco da banda. Foi um lindo tributo e celebração à obra da banda. Muitos alunos e amigos ficaram encantados com a alegria de Roger Taylor e de Brian, além de espantados com sua pegada e forma de manusear a guitarra. E Só uma coisa sobre ele gênio. Um dos poucos que podem receber esse adjetivo, com pleno merecimento, sem ser mero "puxasaquismo".
 
Resultado de imagem para red special guitar originalJuntamente com o Queen, Brian May, escreveu as mais belas linhas da música contemporânea, com um ecletismo sobrenatural, mas nunca deixando de mostrar belos arranjos de guitarra. Gostaria de ressaltar, não só detalhes, como o de que ele e seu pai construíram sua própria guitarra, a Red Special, com madeira de uma antiga lareira, com a ponte feita à mão, com componentes de motocicleta e uma agulha de tricô, sendo essa guitarra, a primeira a ser fabricada com as tão amadas 24 casas (no total, ela não custou nem oito libras, cerca de 40 reais), fora o fato dele tocar com uma moeda no lugar da palheta. Há detalhes maiores, por trás das mãos e obra desse gênio (sim! Repito gênio! ).
 
Resultado de imagem para logo queenCom o Queen, Brian May deu alicerces mais do que seguros para o desenvolvimento do glam rock (lembram das bandas dos anos 80, com roupas espalhafatosas?), hard/rock, heavy metal e do rock progressivo, misturando os vocais harmonizados do Yes, com o peso e pancadaria de um Led Zeppelin ou um Black Sabbath. Seu timbre, sua pegada (ouça a violência de seus bends) e sua visão, em misturar conceitos eruditos, e a sobreposição de camadas de guitarra, tornou-se mitológica, influenciando quase todos que vieram depois, e arrancando elogios de quem veio antes: Joe Satriani, Slash, Nuno Bettencourt, Edu Ardanuy, Jeff Loomis, Tony Iommi (além de serem grandes amigos, Iommi credita a inspiração para a gravação de canções mais ousadas, no clássico do Sabbath "Sabotage", ao disco "A Night at the Opera", do Queen), e uma infinidade de outros músicos. Até mesmo o carrancudo e soberbo Malmsteen já assumiu em entrevista, que em se tratando de gravações de camadas de guitarra, Brain May, é sua maior referência.
 
Resultado de imagem para Brian may on stageNão há muito mais o que falar, e explicar... posso dizer, como experiência pessoal, que álbuns como "Queen II", "Live Killers" (pra mim, o melhor ao vivo da historia, depois do "Made in Japan", do Deep Purple), "The Game", "The miracle" e "Innuendo", fora os shows em DVD, tocavam incessantemente em meus momentos de estudo, na tentativa de absorver elementos de sua musicalidade. Queen foi a primeira banda a compor um thrash metal (a canção Stone Cold Crazy, que ganhou cover do Metallica), e compôs "Bohemian Rhapsody", considerada "apenas" a música do século.